sexta-feira, 11 de julho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Voltando aos 4 As de Tim Ingold: algumas notas
Voltando aos
4 As de Tim Ingold: algumas notas
“Foi na minha mudança de Manchester para Aberdeen
[1999] que aos três As de arte, arquitetura e antropologia se juntou o quarto,
arqueologia. Isto refletia em parte os meus próprios interesses, que durante muito
tempo estiveram na fronteira entre arqueologia e antropologia. Mas eu estava
também convencido de que nenhuma discussão da relação entre arte, arquitetura e
antropologia podia estar completa se a arqueologia não fosse também incluída.
Com os seus temas afins de tempo e paisagem (Ingold 1990) e a sua preocupação
mútua com as formas materiais e simbólicas da vida humana, a antropologia e a
arqueologia tinham desde há muito sido vistas como disciplinas irmãs, mesmo se
não o foram sempre em termos explícitos. Acima de tudo há uma afinidade óbvia
entre a arqueologia e as histórias quer da arte quer da arquitetura, nos seus
interesses comuns pelos artefactos e edifícios antigos. Num certo sentido,
suponho eu, os arquitetos e arqueólogos podiam ser encarados como iguais nos
seus procedimentos, embora opostos na questão temporal: afinal o mesmo
utensílio – o colherim – que o construtor usa para fabricar as formas do futuro
é usado pelo arqueólogo, na escavação de um sítio, para revelar as formas do
passado. Se um começa com desenhos daquilo que é preciso erguer, o outro
termina com plantas do que foi exumado. (...)
Contudo, se a arqueologia se junta à antropologia não
como uma ciência positiva mas como uma arte do inquérito [conceito específico
do autor, explicitado no conjunto do texto], e se de forma semelhante é para se
unir à arte e arquitetura concebidas como disciplinas em vez de compêndios de
objetos para uso histórico [é o que faz a história da arte] , então os termos
da ligação mútua têm de ser renegociados, em dois aspetos. Primeiro, assim como
fomos levados a distinguir a antropologia da etnografia, também, de igual modo,
a arqueologia tem de ser distinguida do tipo de pré- ou proto-historiografia
que tem como seu objetivo chegar a reconstruções plausíveis da vida quotidiana
no passado. Embora os prós e contras do uso de analogias etnográficas para
preencher os buracos de tais reconstruções tenham sido extensivamente
debatidos, este ponto – crucial para a relação entre etnografia e pré-história
– não tem consequências particulares na relação entre antropologia e
arqueologia. Segundo, temos de reconhecer que a prática nuclear da arqueologia
que é a escavação, entendida no sentido mais vasto como um engajamento com os
materiais imersos na terra que contêm traços da atividade humana passada, não
pode já ser reduzida a uma atividade de recolha de dados tal como o não pode a
prática correspondente da observação participante em antropologia. Tal como a
observação participante, a escavação é um meio de conhecer a partir de dentro:
uma correspondência entre atenção consciente e materiais ativos, estimulantes
conduzida por mãos hábeis “na ponta do colherim”. É a partir desta
correspondência, e não da análise de “dados” incluídos em molduras “teóricas”,
que o conhecimento arqueológico cresce. Na prática da escavação, como Matt
Edgeworth escreveu recentemente, os arqueólogos são obrigados a seguir o corte – “ver onde ele vai, e em
que direção nos leva” – não de forma passiva mas ativamente como caçadores
atrás da sua presa, sempre alerta e capazes de responder a dicas visuais e
tácteis num ambiente intrinsecamente variável (Edgeworth 2012, p. 78; v. Ingold
2011). Com efeito, o corte é uma linha de correspondência.” [conceito de
Ingold, explicitado por ele no mesmo texto, p. 7].
Tim Ingold, “Making. Anthropology, Archaeology, art
and Architecture”, London, Routledge, 2013, pp. 10 e 11).
Ingold designa “arte de inquérito” algo que
caracteriza também a atividade do artesão, ou seja, “(...) permitir ao
conhecimento crescer a partir do cadinho dos nossos engajamentos [envolvimentos]
práticos e de observação com os seres e as coisas à nossa volta.” (ib., p. 6).
E “correspondência” como algo de oposto à descrição do mundo, ou sua
representação, mas antes como uma atitude de abertura “àquilo que está a
acontecer ali para que nós, por nossa vez, possamos responder-lhe.” (ib., p.
7).
O objetivo do autor é extremamente ambicioso: trata-se
não de erguer uma qualquer obra inteligente, mas de tentar construir uma inteiramente nova configuração
dos saberes, uma filosofia completamente diferente da que em geral preside à
organização da nossa forma de (vi)ver o mundo, as disciplinas e a sua
“transmissão”.
Note-se que o autor procura sempre, em filigrana,
diluir os seres humanos no conjunto dos outros seres vivos (a especificidade
humana existe, mas como um ser ou organismo entre outros; as questões
“existenciais” ou subjetivas estão reduzidas a um mínimo; mesmo as diferenças
sociais ou os conflitos são pouco acentuados, em geral, na obra de um autor que
tem uma radicação marxista, entre outras. Ingold tenazmente evita, ao seu modo,
cair nas armadilhas das dicotomias formativas da nossa cultura, como humano-não
humano, natureza-cultura, matéria-espírito, etc.). E, por outro lado, complementarmente,
a realidade exterior aos indivíduos aparece normalmente dada como “mundo”, ou
seja, da forma mais abrangente e inclusiva possível.
Havendo esta aparente negação do inconsciente, da
pulsão, do desejo, as formas de atividade “científica” e “artística” tornam-se
disciplinas (modalidades de “inquérito”, no senti acima explicitado) que as
pessoas prosseguem como formas de viver o mundo por dentro, como seres imersos
no mundo (ao modo explicitado por Heidegger).
Há sim em Ingold um desejo intenso de diluir as fronteiras entre as
várias categorias que fomos construindo ao longo de séculos de pensamento e
ação, por forma a construir uma filosofia da percepção, da criatividade, da
improvisação e da habilidade [“skill”].
De quem? De um ser humano abstrato, afinal, mas que para Ingold é,
evidentemente, algo que corresponde a todo o ser humano, na sua “vida real”,
ser humano real esse de que o nosso pensamento “categorial” se afastou,
confundindo tudo. De modo que a tarefa a que este pensador brilhante, incansável, obstinado
como todo o grande pensador se dedica é a abrir-nos os olhos, retirando as
“ramelas conceptuais” que se nos foram acumulando, para ver a realidade de uma
forma límpida, atitude a que não falta uma certa poética e uma certa candura.
Há em Ingold um frenesim, se bem interpreto, que é a de um homem feliz, na sua
relação com os outros, com esse “mundo” abstrato que ele, académico
anti-académico, confortavelmente habita, desejoso de se afastar de toda a burocracia
que nos assola e perturba a ação de “puramente pensar”.
O entusiasmo com que fala dos seus cursos,
perfeitamente compreensível porque são certamente fascinantes (pelo que dele
li, e pelas conferências a que assisti) leva-nos porém a perguntar, felizes nós
também por haver pessoas assim, que vivem numa espécie de “outro mundo
maravilhoso”... e os seus estudantes, que terão ido fazer para a triste vida
que a sociedade dos nossos dias lhes reserva?... a Grã-Bretanha estará
certamente muito melhor que Portugal, nem se compara, mas também não é o
eldorado em que possam medrar muitos “praticantes”, como Ingold, de tarefas em
que conhecimento e ação cresçam como uma realidade una e gratificante cada ano
que passa. Isto é óptimo que aconteça, mas pelo caminho a ação crítica do
professor e investigador pode ficar um tanto atenuada, confinada àquilo que
certamente Ingold menos gostaria, mas é bem provável: ser mais um, raro, na
grande galeria dos “ilustres”.
Só uma última nota: o autor tem toda a pertinência
quando afirma que a arqueologia tem de se distinguir, de se separar, da
pré-história ou proto-história que quisesse reconstituir plausivelmente a vida
quotidiana do passado. Esse objetivo, que muitos perseguem, é insensato. A
arqueologia de que fala Ingold não é essa prática de reconstituição histórica,
quero crer, mas antes uma prática de campo que nos envolve diretamente com os
materiais (sedimentos, estruturas, objetos, o que seja), que nos leva a pensar
“na ponta do colherim”, sem a preocupação de ligar tudo, o mais depressa
possível, a um discurso historiográfico. Aqui reside uma das mensagens mais
importantes do autor: mais vai levar tempo para que uma grande maioria o
entenda.
Ou seja, a arqueologia é uma forma de se “engajar” com
a terra, com o terreno, com as estruturas mais ou menos visíveis que o povoam,
por forma a desbastá-lo quanto possível das “sujidades” que o tempo nele
acumulou, e – necessariamente de uma forma que corresponde sempre a opções de
equipa, que vão sendo improvisadas e negociadas ao longo do tempo – tentar
perceber como é que esse espaço escolhido para intervenção poderá ter sido
organizado no passado, nos variadíssimos passados que nele se imbricam.
Trata-se de uma atividade, de uma tarefa, que não visa diretamente reconstituir
nada, mas de um exercício de percepção, habilidade, imaginação, antecipação,
por forma sobretudo a descartar o que aquilo (aquele sítio, aquela zona
intervencionada) não foi, à medida que se avançam hipóteses plausíveis do que
pode ter sido. Afastando a ideia dicotómica das funcionalidades versus
simbolismos, afastando qualquer categoria óbvia apriorística, sem obsessão
interpretativa, mas seguindo aquilo que a “ponta do colherim” – um colherim
colectivo, pois se trata de um trabalho de equipa, e de uma performance sobre o
terreno que é também um trabalho dos corpos, uma performance comunitária – nos
indica. Uma palpitação que é também sentida por seres desejantes, sobre a
superfície da terra que é também uma superfície vivida, não apenas um pedaço de
terreno. Esse é o fascínio da arqueologia, que nada tem a ver com “mistérios”
nem decifração de engmas, mas com a paixão humana de nos envolvermos, de
tocarmos o que Lacan genialmente chamou “o Real”.
Vítor Oliveira Jorge
Loures, Junho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Eleições de 5 de Julho de 2014
Até agora, apresentou-se a seguinte lista candidata às eleições para os corpos sociais da SPAE no triénio de 2014-2016, designada lista A
SPAE
Eleições 2014-2016
Lista A
Assembleia Geral
Eleições 2014-2016
Lista A
Assembleia Geral
Presidente – José Manuel Pinto Varela –
Técnico superior da C. M. Matosinhos
Secretários –
Ana Paula Fitas – Doutora em Estudos
Portugueses, Coordenadora do Centro de Estudos do Endovélico
Tiago Batista Gil – Aluno do Mestrado em Arqueologia e Território da FLUC; colaborador permanente dos TAE online
Direção
Direção
Presidente – Vítor Manuel Oliveira
Jorge – Prof. da FLUP aposentado
Vice-Presidente – Álvaro Campelo
Pereira- Prof. da Univ. Fernando Pessoa
Secretário – António Manuel dos Santos
Pinto da Silva- Técnico superior da Câmara Municipal do Porto
Tesoureira – Susana Lage de Carvalho –
Mestre em História e Património pela FLUP; empresária
Vogais:
António Alberto Huet de Bacelar
Gonçalves – Técnico superior da FCUP aposentado
João- Heitor Rigaud – Doutor em
História pela FLUP e Músico; Prof. do Conservatório de Música do Porto
Ana Maria Cameirão Leite da Cunha-
Técnica superior da DGPC - aposentada
Vogais suplentes:
Vogais suplentes:
Maria de Jesus Sanches – Profa da FLUP
Maria Isabel Luna- Técnica superior da C. M. Torres Vedras
Conselho Fiscal
Presidente – Sérgio Emanuel Monteiro
Rodrigues – Prof. da FLUP
Secretários –
Ana Margarida Vale – Bolseira de pós-doutoramento da FCT; doutora em Arqueologia
Margarida Santos Silva – Professora do Ensino Secundário
ANTROPOLOGIA – AINDA É PRECISA ?
ANTROPOLOGIA
– AINDA É PRECISA ?
PALESTRA
VÍTOR OLIVEIRA
JORGE
26 DE JUNHO DE 2014
ÀS 17:30
ANFITEATRO -120 DO
EDIFÍCIO FC3 DA FCUP
A
antropologia – essa imensa nebulosa de disciplinas que se propõem estudar “o
homem”, tanto nos seus aspectos ditos “físicos” como nos ditos “culturais” -
nasceu e desenvolveu-se intimamente ligada à “descoberta” do “outro” no espaço,
assim como a “pré-história” (e de uma maneira geral a história e a arqueologia,
evidentemente) visaria descobrir e explicar o “outro” no tempo. Essa
“descoberta” da antropologia não era um conhecimento puramente “desinteressado”
(mas haverá tal conhecimento, apesar de todas as ciências muitas vezes se
quererem apresentar como sendo motivadas primeiro que tudo por uma pulsão de
conhecimento, por uma curiosidade “natural” ao ser humano... ?). Na verdade,
está intimamente ligada à expansão ocidental pelo mundo, ou seja, às primeiras
formas de colonização...e, de certo modo, depois, de
mundialização/globalização, na medida em que esta, ao produzir mestiçagens e
diversidades de todo o tipo, as tende a criar como “variantes” de um sistema
holístico, integrador. É certo que a antropologia, depois de ter inventado o
“selvagem”, ou “primitivo”, passou a tratá-lo como subdesenvolvido, ou como “em
vias de desenvolvimento”, ou de outras formas mais benévolas; mas tendeu sempre
a criar diferenças (leia-se hierarquias) pelo simples facto de olhar para o
outro, de o tornar um objecto de estudo: fosse ele um habitante da Papua, fosse
ele um mediterrânico visto como um representante de uma “Europa do Sul”, fosse
ele, mesmo, o vizinho de bairro, desconhecido e, até certo ponto, imprevisível,
sobretudo se a sua imagem saísse de padrões mais habituais ou difundidos pelos
média e pelos ditames do consumo.
Numa sociedade pós-colonial, multicultural, e onde os Estados têm um papel soberano relativamente reduzido (por estarem integrados em formações supranacionais), mas onde recrudesce a xenofobia, o racismo, o nacionalismo primário, qual o papel da antropologia? É certo que muitos dos povos antigamente colonizados enviaram os seus quadros para universidades ocidentais, e muitos deles se formaram em antropologia, lançando sobre nós, qual boomerang, o tipo de olhar (entre o espantado, o curioso, e o paternal) que dantes nós lhes tínhamos dirigido. É certo que enquanto a antropologia perdeu a sua inocência (se é que alguma vez a teve), também alguns dos formados no ocidente, ao voltarem às suas raízes, percebem o contraste entre o que certas teses de doutoramento dos seus antecessores “brancos” contavam, e o que era e é a realidade complexa e movente dos seus países e povos. Porque nós, ocidentais, querendo contrastar as sociedades frias, da história lenta, com as quentes, as nossas, as do progresso (em que o século XIX tanto acreditou, e que tanto descambou com as atrocidades do século XX...), as da história viva, no fundo desejámos fazer do outro um “retrato fora do tempo”. Não é casual que a fotografia e depois o documentário tenham sido grandes aliados da antropologia.
E agora? Quando a própria Europa e o Ocidente se veem a braços com novas crises estruturais (dependentes de um quadro global, evidentemente), e se dá a emergência, a sul, de novos colossos, como a China, qual o papel da antropologia, se é que ainda serve para alguma coisa?... O que é certo é que continua a despertar bastante interesse por parte dos mais jovens, e que os quatro As de um grande autor inglês como Tim Ingold – Antropologia, Arqueologia, Arte e Arquitetura – ainda parece fazerem algum sentido como áreas articuladas entre si. Mas nada está ao abrigo de controvérsia nem há nenhum pensamento que escape à “pulsão crítica” da contemporaneidade. Esse é, creio, o que tem de melhor um saber que nos faça felizes: rever-se constantemente, e encarar o outro, a perspectiva do outro, sempre com um sentido de hospitalidade, de fraternidade, de cosmopolitismo sem hierarquias.
Numa sociedade pós-colonial, multicultural, e onde os Estados têm um papel soberano relativamente reduzido (por estarem integrados em formações supranacionais), mas onde recrudesce a xenofobia, o racismo, o nacionalismo primário, qual o papel da antropologia? É certo que muitos dos povos antigamente colonizados enviaram os seus quadros para universidades ocidentais, e muitos deles se formaram em antropologia, lançando sobre nós, qual boomerang, o tipo de olhar (entre o espantado, o curioso, e o paternal) que dantes nós lhes tínhamos dirigido. É certo que enquanto a antropologia perdeu a sua inocência (se é que alguma vez a teve), também alguns dos formados no ocidente, ao voltarem às suas raízes, percebem o contraste entre o que certas teses de doutoramento dos seus antecessores “brancos” contavam, e o que era e é a realidade complexa e movente dos seus países e povos. Porque nós, ocidentais, querendo contrastar as sociedades frias, da história lenta, com as quentes, as nossas, as do progresso (em que o século XIX tanto acreditou, e que tanto descambou com as atrocidades do século XX...), as da história viva, no fundo desejámos fazer do outro um “retrato fora do tempo”. Não é casual que a fotografia e depois o documentário tenham sido grandes aliados da antropologia.
E agora? Quando a própria Europa e o Ocidente se veem a braços com novas crises estruturais (dependentes de um quadro global, evidentemente), e se dá a emergência, a sul, de novos colossos, como a China, qual o papel da antropologia, se é que ainda serve para alguma coisa?... O que é certo é que continua a despertar bastante interesse por parte dos mais jovens, e que os quatro As de um grande autor inglês como Tim Ingold – Antropologia, Arqueologia, Arte e Arquitetura – ainda parece fazerem algum sentido como áreas articuladas entre si. Mas nada está ao abrigo de controvérsia nem há nenhum pensamento que escape à “pulsão crítica” da contemporaneidade. Esse é, creio, o que tem de melhor um saber que nos faça felizes: rever-se constantemente, e encarar o outro, a perspectiva do outro, sempre com um sentido de hospitalidade, de fraternidade, de cosmopolitismo sem hierarquias.
Nota biográfica:
Vítor Oliveira Jorge foi docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto a partir de 1974 (professor catedrático desde 1990), e aí fez quase toda a sua carreira universitária. Aposentou-se em 2011, sendo investigador do CEAACP - Centro de Estudos de Arqueologia, Artes e Ciências do Património. A sua área de especialização é a arqueologia e pré-história, mas promoveu muitas realizações interdisciplinares sobre temas transversais.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Sócios honorários da SPAE
João Manuel Cotelo Neiva
José Mattoso
Jorge de Alarcão
Manuela Delgado
Fernando Aguiar-Branco
Benjamin Enes Pereira
Adília Moutinho de Alarcão
Gaspar Soares de Carvalho
Augusto Santos Silva
domingo, 8 de junho de 2014
Assembleia Geral Eleitoral
SOCIEDADE
PORTUGUESA DE ANTROPOLOGIA E ETNOLOGIA
Assembleia
Geral Eleitoral
Convocatória
De acordo com os estatutos da SPAE, convoco uma
Assembleia Geral Eleitoral da associação para o dia 5 de Julho de 2014, pelas
16 horas, nas instalações da Fundação Eng.º António de Almeida (sala 4 da
casa-jardim), R. Tenente Valadim, 325, Porto, com a seguinte
ORDEM DE TRABALHOS
Ponto único: Eleição dos Corpos Sociais da SPAE para o
triénio 2014-2016.
A Assembleia Geral reunirá, com qualquer número de
sócios, a partir das 16,30 horas da tarde.
A reunião terá de terminar às 17,30 h, pois a dita
sala é-nos cedida, graciosa e gentilmente, pela FEAA, que encerra a essa hora.
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,
José Manuel
Pinto Varela
A comunicação das listas concorrentes (até ao dia 20 de Junho de 2014), bem como quaisquer esclarecimentos necessários, deverão utilizar o e-mail da associação:
spae.antropologia@gmail.com
A comunicação das listas concorrentes (até ao dia 20 de Junho de 2014), bem como quaisquer esclarecimentos necessários, deverão utilizar o e-mail da associação:
spae.antropologia@gmail.com
Dos Estatutos, transcrevo:
Art.º 20º - É permitido o voto por
correspondência, sob condição do seu sentido ser expressamente indicado na
relação ao ponto ou pontos da ordem de trabalhos.
Art.º 21º - Cada sócio pode representar, por
delegação, outro sócio, devendo os poderes atribuídos constarem de documento
escrito e dirigido ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
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