quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Conferência
PELO PROF. FERNANDO MATOS RODRIGUES
ANTROPÓLOGO, PROF. DO CURSO DE MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA
ESAP, PORTO
SOBRE
Cartografias do espaço doméstico. As Ilhas do Porto - um estudo de caso
PROMOVIDA PELA SPAE
DIA 14 DE ABRIL DE 2012
15 HORAS
CENTRO UNESCO DO PORTO
(R. JOSÉ FALCÃO, 100 - PERTO DA LIV. LEITURA)
ENTRADA LIVRE
A SPAE AGRADECE A COLABORAÇÃO DA FUNDAÇÃO ENG.º ANTÓNIO DE ALMEIDA, QUE NOS CEDE A SALA DO CENTRO UNESCO GRACIOSAMENTE.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Prof. Bernard Stiegler na FLUP
Les deux malentendus de la pensée post-structuraliste
A propos des concepts de prolétariat
et de pulsion dans la pensée française
OS DOIS EQUÍVOCOS DO PENSAMENTO PÓS-ESTRUTURALISTA. A PROPÓSITO DOS CONCEITOS DE PROLETARIADO E DE PULSÃO NO PENSAMENTO FRANCÊS
Um acontecimento na UP com a colaboração da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Conferência

CONFERÊNCIA NO PORTO NO PRÓXIMO DIA 8 DE OUTUBRO ÀS 14,30 H. PROMOVIDA PELA SPAE - Centro Unesco
A Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia (SPAE) promove, de colaboração com a Fundação Engenheiro António de Almeida, a seguinte conferência de um dos mais eminentes físicos da actualidade, no dia 8 de Outubro, às 14,30 horas, com entrada livre, no Centro Unesco do Porto, Rua José Falcão, 100 (perto da Livraria Leitura):
“ O Universo segundo a física do início do século XXI”
Pelo prof. Doutor Orfeu Bertolami
Departamento de Física e Astronomia
Faculdade de Ciências
Universidade do Porto
Resumo:
A cosmologia moderna teve início em 1917, quando Einstein considerou o problema do espaço-tempo ou do Universo como um todo, como uma aplicação da sua Teoria da Relatividade Geral, formulada em finais de 1915. Neste estudo pioneiro, Einstein considerou o Universo como sendo homogêneo, isotrópico e estático.
Estudos teóricos subsequentes que sugeriam uma alternativa evolutiva para o espaço-tempo global foram confirmados pela descoberta da expansão do Universo pelo astrónomo norte-americano Edwin Hubble em 1929.
Desde então, a cosmologia evolutiva desenvolveu-se consideravelmente e impôs-se como o paradigma que melhor harmoniza os factos observacionais mais salientes. Segundo este modelo, frequentemente referido como modelo do “Big Bang”, o Universo teve origem numa explosão do espaço-tempo que aconteceu há cerca de 13.7 mil milhões de anos.
Até há cerca de duas décadas acreditava-se que o Universo era constituído essencialmente pelas partículas elementares conhecidas. Contudo, há fortíssimas evidências de que a dinâmica e a formação das grandes estruturas do Universo, galáxias, enxames de galáxias e super-enxames de galáxias, só é possível devido a presença de 10 a 15 vezes mais matéria da que pode ser observada em todos os comprimentos de onda do espectro electromagnético. Por outras palavras, a formação de estruturas no Universo, requer a existência de matéria que não se manifesta electromagneticamente, a matéria escura. A natureza e as propriedades desta matéria escura são um dos enigmas fundamentais da cosmologia moderna.
Mas não é este o único grande mistério. A partir de 1998, evidências oriundas das observações de explosões de estrelas muito afastadas, sugerem que a expansão do Universo é, na verdade, cada vez mais rápida! Este facto, pode ser explicado por meio de uma ideia sugerida no artigo de 1917 de Einstein, nomeadamente que o Universo é preenchido por uma ténue distribuição de energia que permeia todo o Universo, mas que não se manifesta luminosamente e, que por conseguinte, é designada por energia escura. Também aprendemos que esta energia é o constituinte dominante do Universo! A expansão acelerada do Universo pode no entanto, ser alternativamente explicada como devida a partículas elementares desconhecidas com propriedades algo especiais.
Assim, no início do século XXI, somos confrontados com uma visão do Universo na qual cerca 95% do conteúdo em energia do Universo é-nos desconhecido. Acredita-se que só através da integração do conhecimento advindo da cosmologia e da física de altas energias é que estes mistérios poderão ser resolvidos.
Estas ideias, e muitas outras, são detalhadamente discutidas no “O Livro das Escolhas Cósmicas”, publicado em 2006 na colecção Ciência Aberta da Editora Gradiva.
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Orfeu Bertolami
Nasceu em São Paulo, Brasil, em 1959. Licenciado em Física pela Universidade de São Paulo em 1980, obteve o mestrado no Instituto de Física Teórica em São Paulo em 1983, o Grau Avançado em Matemática na Universidade de Cambridge no Reino Unido em 1984 e o doutoramento em física teórica na Universidade de Oxford em 1987.
Desenvolveu actividades de investigação no Institut für Theoretische Physik em Heidelberg, na Alemanha, no Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN) em Genebra, na secção de Turim do Istituto Nazionale de Fisica Nucleare e na Universidade de Nova Iorque. Foi professor no Departamento de Física do Instituto Superior Técnico e é actualmente Professor Catedrático no Departamento de Física e Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. É autor de mais de 215 artigos científicos, em livros, jornais, actas de conferências, dos quais mais de 140 em revistas especializadas com arbitragem nas áreas da astrofísica, cosmologia, física e propulsão espacial, gravitação clássica e quântica, e em teorias de cordas quânticas. Já apresentou mais de quatro dezenas de palestras convidadas em conferências internacionais e cerca de duas centenas de seminários especializados em universidades e centros de investigação na Europa, na Rússia, na Coreia, no Japão, no Brasil, na Argentina e nos Estados Unidos. Tem participado em actividades de divulgação apresentando muitas dezenas de palestras sobre temas como a unificação das interacções fundamentais da natureza, o Big Bang, a estrutura em larga escala do Universo, as explosões de raios gama, a origem da vida, ciência e literatura, a vida e a obra de Albert Einstein e mais recentemente sobre a vida e a obra de Galileo.
Foi galardoado com o terceiro prémio da Gravity Research Foundation dos Estados Unidos em 1999, com o Prémio União Latina de Ciência em 2001, e o Prémio Universidade Técnica de Lisboa/Santander Totta de excelência científica nas áreas de Biofísica e Física em 2007. Colabora em projectos europeus no estudo da física da matéria escura, da energia escura e física fundamental no espaço e é membro do Galileo Science Advisory Committee da Agência Espacial Europeia.
domingo, 8 de maio de 2011
Corpos heterotópicos
Eugénia Vilela.Profa. Eugénia Vilela durante a sua conferência.
Recordo, no próximo sábado dia 14 de Maio às 14,30 h. no Centro Unesco do Porto (R. José Falcão, 100 - perto da Livraria Leitura)
a conferência promovida pela Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia
e apresentada pela Profa. Doutora Eugénia Vilela, da FLUP, sobre:
"CORPOS HETEROTÓPICOS. NOTAS SOBRE A BIOPOLÍTICA E A DESLOCAÇÃO CLANDESTINA"
= Entrada Livre =
Colaboração da Fundação Eng.º António de Almeida
Eugénia Vilela
Eugénia Vilela é docente no Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde se doutorou em Filosofia, e Investigadora Responsável do Grupo de Investigação “Estética, Política e Arte” do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto. Autora de conferências e artigos no âmbito da Filosofia e das Artes, publicou, entre outros textos em obras colectivas, os livros Do Corpo Equívoco (1998) e Silêncio Tangíveis. Corpo, Resistência e Testemunho nos Espaços Contemporâneos de Abandono ( 2010). O seu trabalho desenvolve-se no espaço de intersecção da Estética, da Filosofia Contemporânea e da Arte.
Procurando pensar o espaço político contemporâneo a partir de diferentes configurações do gesto de criação em situações de violência extrema, a sua investigação decorre do pensamento de filósofos e artistas que contribuíram para uma transfiguração das noções de espaço e tempo históricos. O que supõe a abertura a formas singulares de pensamento que permitam conceber a relação entre a história, a memória, o arquivo, o esquecimento e o testemunho. Esse movimento de pensamento, realizado a partir da consideração dos espaços de excepção na contemporaneidade, apresenta e articula como suas figuras principais as noções de corpo, silêncio, resistência, acontecimento, heterotopia, narração e imagem.
http://sigarra.up.pt/flup/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=4279
terça-feira, 3 de maio de 2011
dispositivo

Conferência pelo Prof. Doutor José Bragança de Miranda, da FCSH da UNL, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (colaboração da SPAE - Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia) e da AEFLUP, sala de reuniões (2º piso), dia 26 de Maio às 15,30 horas, com entrada livre, sobre: "PARA UMA CRÍTICA DA NOÇÃO DE DISPOSITIVO." O Prof. José Bragança de Miranda é uma das figuras mais relevantes do pensamento português contemporâneo.
Sobre o autor, ver por exemplo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Bragan%C3%A7a_de_Miranda
quinta-feira, 7 de abril de 2011
No sábado, dia 9, às 15, 15 horas, mais ou menos
Centro Unesco do PortoR. José Falcão, 100 (ao pé da Livraria Leitura)
Entrada livre
Conferência promovida pela SPAE
por Maria José Barbosa...
uma reflexão sobre Jacques Rancière a não perder
(ver outra postagem anterior deste blogue) !!
quinta-feira, 3 de março de 2011
Conferência da Profa Eugénia Vilela, da FLUP

Promovida pelas SPAE, no sábado 14 de Maio de 2011, pelas 14,30 horas
Centro Unesco do Porto (R. José Falcão, 100 - perto da Livraria Leitura) gentilmente cedido a título gracioso pela Fundação Engenheiro António de Almeida.
"Corpos heterotópicos. Notas sobre a biopolítica e a deslocação clandestina".
Professora auxiliar da FLUP, a conferencista é especialista da área de Estética.
Ler por exemplo da Profa Eugénia Vilela o seguinte texto:
http://reviravoltadesign.com/080929_raiaviva/info/wp-pt/wp-content/uploads/2006/12/corpos_inabitaveis.pdf
Principais publicações:
Vilela, Maria Eugénia: Do corpo equívoco. Reflexões sobre a verdade e a educação nas narrativas epistemológicas da modernidade. Angelus Novus, Braga-Coimbra, 1998.
— «Os arquivos da dor», In Adalberto Dias de Carvalho (org.) A educação e os limites dos Direitos Humanos. Ensaios de Filosofia da Educação, Porto Editora, Porto 2000.
— «Cuerpos inhabitables. Errancia, filosofia y memoria», In Jorge Larrosa e Carlos Skliar (org.) Habitantes de Babel. Políticas y poéticas de la diferencia, Barcelona: Editora Autêntica, 2001.
— «A memória do silêncio», Cadernos de Literatura Comparada. Nº3/4, (Número monográfico: Corpo e identidades) Ana Luísa Amaral, Marinela Freitas, Paulo Eduardo Carvalho (org.), Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Granito Editores, Dezembro, Porto 2001.
— «Corpos de silêncio», In Adalberto Dias de Carvalho (org.) Sentidos contemporâneos da educação, «Biblioteca das Ciências do Homem», Edições Afrontamento, Porto 2003.
Livro recente da autora:
http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=11718

Entrada livre.
Faça-se sócio da SPAE e ajude-nos a promover a cultura!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Neolítico. Progresso. Revolução. Ou, a suspensão do substantivo. - Contributos para uma revisão crítica da ideologia da "ciência pré -histórica"
Conferência
promovida pela ADECAP
Centro Unesco do Porto
(R. José Falcão, 100)
Dia 26 de Fevereiro de 2011 às 15 horas
Entrada livre
sobre
Neolítico. Progresso. Revolução. Ou, a suspensão do substantivo.
- Contributos para uma revisão crítica da ideologia da "ciência pré -histórica"
por
Joana Alves Ferreira
Doutoranda da FLUP (Arqueologia)
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Walter Benjamin e a história: Centro Unesco do Porto, 12.3.2011
Walter Benjamin.
Maria João CantinhoConferência no Centro Unesco do Porto, sábado, 12 de Março de 2011 às 15 horas
Promovida pela nossa
Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia
ENTRADA LIVRE
agradece-se a colaboração da Fundação Eng. António de Almeida
Walter Benjamin: Um filósofo a contrapelo da história
Por Maria João Cantinho
Mais do que nunca, a visão optimista da história, nos tempos que vivemos, revela-se ilusória, algo que Walter Benjamin já compreendera muito bem, nas teses que escreveu sobre a História, em 1940. Texto paradigmático e inclassificável, "Sobre o Conceito de História" vem mostrar-nos a possibilidade de efectuar uma abertura no próprio coração da história, a qual possibilita uma visão, segundo Benjamin, "actual" e integral, de natureza figurativa. Mas essa visão constrói-se às avessas do optimismo e da visão progressista da história. Para que o olhar alucinado do "Anjo da História" não nos torture, é preciso andar a contrapelo da mesma.
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Maria João Cantinho é ensaísta, crítica literária, poeta, e concluíu recentemente uma tese de doutoramento sobre Walter Benjamin.
A questão da história na visão de Benjamin é de crucial importância.
Por isso se puder não perca esta iniciativa!
domingo, 26 de dezembro de 2010
Conferência que a SPAE promove no Porto no dia 9 de Abril de 2011, pelas 15 h.
Maria José Barbosa - doutoranda da FLUP - foto da própria.
Local: Centro Unesco do Porto
R. José Falcão, 100
15 horas
(pode haver um atraso, que se procurará que seja o menor possível, devido a realizarem-se antes duas AGs... todavia, a conferência está prevista para durar c. de 1 hora, seguida de debate, e a sala terá de ser fechada às 17,30 h.)
Entrada livre
colaboração da Fundação Eng.º António de Almeida, a quem muito agradecemos.
Conferência
IMAGEM; REPRESENTAÇÃO E EMANCIPAÇÃO EM RANCIÈRE
A relação entre a potência e o acto, entre o possível e o real, ocupa um lugar cimeiro na história ocidental. Desde Aristóteles que potência e acto se inter-relacionam segundo uma dialéctica de oposição e vinculação. Sem desvirtuar esta representação, é nossa pretensão desviar o foco de análise para a experiência da impotência e sua relação com a acção. Partindo do conceito rancièriano de sensível partilhado, ensaiaremos pensar sobre o complexo processo de captação de imagem e sua conversão em representação. Algo acontece no encadeamento de imagens que actualiza a própria imagem e transforma um acontecimento sensível num Outro. Da experiência da textura do sensível de um Outro acontecimento ao poder individual de associação e dissociação face à imagem que se impõe, tentaremos pensar sobre a possibilidade de cada um, enquanto espectador, desarticular o real e, consequentemente, de se emancipar.
Contudo, dada a complexidade do assunto, e sendo resultante de uma primeira aproximação, parte do que se exporá terá um cunho meramente provisório e “ensaístico”.
Maria José Barbosa
Doutoranda em Filosofia na Faculdade de Letras da UP.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Claude-Lévi Strauss

No sábado dia 19 de Junho, às 15,30 h., o Prof. Tito Cardoso e Cunha (UBI) falará, no Porto, sobre
"Claude-Lévi Strauss: da compreensão do mito à análise do parentesco"
numa homenagem ao grande mestre da Antropologia desaparecido em 2009 promovida pela SPAE.
A entrada é livre.
Centro Unesco do Porto, R. José Falcão, 100.
Agradecemos a colaboração, mais uma vez, da Fundação Eng.º António de Almeida, proprietária do espaço onde o Centro funciona.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Para memória: Conferência da Doutora Luísa Pereira
Nas instalações do Centro Unesco do Porto (R. José Falcão, nº 100)
no dia 24 de Novembro de 2008, sábado, às 15h00
a SPAE promoveu uma conferência da
Doutora Luísa Pereira
(IPATIMUP - Porto)
intitulada
"Genes e Artefactos na Evolução Humana"
A entrada foi como sempre gratuita e aberta também a não sócios.
Agradecemos a gentil colaboração da FUNDAÇÃO ENG.º ANTÓNIO DE ALMEIDA.
